panoramasãopaulo
Nossa paulicéia: retratos, retalhos...
31/01/2007
Alabarda
Painel de Clóvis Graciano, na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

No número 648 da Avenida Paulista, o painel de azulejos policromados de Clóvis Graciano, datado de 1959.


 

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22/01/2007
Casa das Rosas
Casa das Rosas, mínimos detalhes, por Adriano Vieland

Remanescente dos clássicos casarões da Paulista, localizado no número 37 da avenida, foi projetado pelo escritório de Ramos de Azevedo pouco antes de sua morte, e inaugurado em 1935 - viria a servir de residência para uma de suas filhas.

Recebeu essa denominação em função de seu jardim de rosas, então um dos maiores e mais belos da cidade. Hoje abriga um espaço cultural voltado à poesia e literatura.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:55 | permalink | compartilhar
16/01/2007
O edifício da FIESP
O edifício da FIESP, na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

Projetado em 1969 por Roberto Cerqueira César e Luiz Roberto de Carvalho Franco, o edifício da FIESP é um ícone da arquitetura brasileira; inconfundível traçado e volume, deslumbra quem passa por nossa Avenida Paulista.


 

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09/01/2007
Proibido retornar
A placa de regulamentação de trânsito e o edifícil CYK na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

Num lance rápido, durante o passeio pela Paulista, a placa de regulamentação de trânsito em equilíbrio visual com o edifícil CYK.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:49 | permalink | compartilhar
30/12/2006
Do vão livre do MASP...
O vão livre do MASP, na direção da 9 de Julho, com o Centro da cidade ao fundo, por Adriano Vieland

O famoso vão livre do MASP, com seus quase 80 metros de comprimento, proporciona, dos fundos do museu - a Esplanada Lina Bo Bardi, tradicional ponto de encontro na Paulista - uma das mais belas panorâmicas do Centro da cidade, um vale que corre junto da Avenida 9 de Julho, disposta sobre o antigo Ribeirão Saracura.


 

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27/12/2006
Edifício Gazeta
Detalhes da fachada do Edifício Gazeta, por Adriano Vieland

A Fundação Cásper Líbero, criada em 1947, estabeleceu um marco nas comunicações no país com a "Gazeta"; funcionou até o ano de 1966 no Palácio da Imprensa, centro da capital - na Avenida Cásper Líbero; nesse mesmo ano foi inaugurado o edifício situado no número 900 da Avenida Paulista, um dos mais famosos e tradicionais pontos de encontro - com sua inconfundível escadaria - em toda a cidade.

São 14 andares que abrigam as rádios AM e FM, a Rede Gazeta de Televisão, o jornal digital "A Gazeta Esportiva.Net" e a Faculdade de Jornalismo; são 68 mil metros quadrados de área construída, que ainda abrigam um teatro com capacidade para 900 pessoas, e no topo do edifício a mais famosa e vistosa antena da cidade, com 85 metros de altura.


 

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15/12/2006
Edifício Saint-Honoré
Detalhe para as varandas do Edifício Saint-Honoré, por Adriano Vieland

Se durante meus passeios pela Paulista exista um prédio pelo qual sinto uma tremenda admiração - e por quê não, atração - esse é o Saint-Honoré, no número 1195; um bem conservado remanescente kitsch dos pomposos anos 50.

O edifício residencial, de autoria de Artacho Jurado, me encanta pelo estiloso formato, e suas floridas varandas, algumas de dão preenchidas dão a impressão de verdadeiros jardins suspensos. Admirável, belo.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 11:20 | permalink | compartilhar
13/12/2006
Parque Siqueira Campos, o Trianon
O parque visto a partir do vão-livre do MASP, por Adriano Vieland

Avenida Paulista, sinônimo de correria, homens, mulheres e veículos num ritmo beirando a insanidade; informação em todos os níveis, poluição - infelizmente - em diversos aspectos; pulsação, o combustível da cidade.

Se você já percorreu toda a avenida, em meio ao concreto das dezenas de edifícios, certamente deve ter se deparado com um bloco artístico de valor incalculável para nossa cultura, o MASP, que ali realmente chama a atenção de todos, mas e do lado oposto ao museu, por de trás dos pontos de ônibus e demais interferências urbanas, você já se atentou ao Parque Siqueira Campos, ou como é mais conhecido, o Trianon?

Não será difícil, numa primeira visita a cidade, você se impressionar com uma reserva vegetal como aquela em meio a selva de pedra. É triste ter "sobrado" tão pouco, mas é valorosa e exuberante a sua presença, quebrando o ritmo cinza, oxigenando nossa visão, nem que por apenas um quarteirão.

Inaugurado em 1892, sua história corre paralelamente a abertura da Avenida Paulista; o projeto original do parque foi do francês Paul Villon, que se inspirando no então estilo inglês, preservou espécies vegetais nativas e introduziu algumas outras exóticas.

No início do século XX, onde hoje encontra-se o MASP, foi construído - a partir de um projeto de Ramos de Azevedo - um belvedere, que permitia um invejável panorama do Centro da cidade. Esse local ficou conhecido como "Trianon" - nome que passou a caracterizar toda aquela região - e ao mesmo tempo passou a ser freqüentado por boa parte da elite paulistana.

Foi somente no início dos anos 30 que, em homenagem à um dos heróis da Revolta Tenentista, o Trianon recebeu oficialmente o nome de Parque Siqueira Campos. Nas décadas seguintes, o que se presenciou foi a decadência e abandono do local, até o final da década de 60, quando o então prefeito Faria Lima, convidou Burle Marx e Clóvis Olga para tocarem o projeto de recuperação, onde várias intervenções e melhorias foram providenciadas.

O parque está lá, o cedro está lá, o jequitibá-branco e o jatobá também; o joão-de-barro está lá, o sabiá e os esquilos também. Quer uma dica para um "domingão": visite-os.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 18:06 | permalink | compartilhar
12/12/2006
Columba livia, novamente
Uma pomba, na Praça Oswaldo Cruz, por Adriano Vieland

Sob o sol da manhã - clichê - e sobre o recém entregue piso de blocos intertravados na Praça Oswaldo Cruz, uma pomba, columba livia, novamente aqui representada.


 

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08/12/2006
Parabéns Paulista!
O céu da Paulista nesse dia de aniversário, por Adriano Vieland

Hoje, 8 de dezembro, é teu aniversário. Elegante senhora de nossas vias, parabéns pelos 115 anos de idade. Teus personagens se curvam em respeito e te homenageiam. Felicidade.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:08 | permalink | compartilhar
01/12/2006
Algumas janelas na Paulista
Algumas janelas do Edifício Paulicéia, por Adriano Vieland

Abertas, fechadas, com grades, cortinas, quebradas, restauradas, com donos, desocupadas. Diferentes, unidas. Simplesmente janelas, no Edifício Paulicéia.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:38 | permalink | compartilhar
24/11/2006
Para a esquerda
Passagem subterrânea Paulista-Rebouças, por Adriano Vieland

Algo pouco convencional em nosso cotidiano; num flagrante, a passagem subterrânea Paulista-Rebouças, inaugurada em 1973, sem a presença de nenhum veículo, durante o feriado de Corpus Christi, em junho último.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 15:19 | permalink | compartilhar
21/11/2006
Índio Pescador
Detalhe para o 'Índio Pescador', na Praça Oswaldo Cruz, por Adriano Vieland

Não se ter conhecido o histórico ou este não estar facilmente disponível para pesquisa; constato que a verdadeira missão em localizar referências seja uma das verdadeiras culpadas por muitas de nossas esculturas e monumentos encontrarem-se em pleno estado de abandono.

Um teste: tente encontrar alguma informação relacionada ao "Índio Pescador", escultura situada na Praça Oswaldo Cruz, logo no início da Avenida Paulista. O trabalho vai ser difícil, já aviso de antemão.

Correndo por entre livros e sites da rede, o que consegui levantar é sua autoria, de Francisco Leopoldo e Silva, mas quanto sua inauguração, a data é imprecisa - pelo menos não foi obtida nenhuma informação consolidada, possível de ser repassada com segurança.

O "índio" foi inaugurado, provavelmente, no início da década de 20, numa iniciativa do governo para que fosse reforçado o ideal do nacionalismo durante as comemorações do centenário da Indepêndencia do país.

Ali, o índio aguarda atento, fixo, sua caça, o peixe - que por leituras de crônicas da cidade, descobri que nunca chegou por aquelas bandas. Sua visão foi testemunha, por décadas, do lixo que ocupava seu "lago", e quieto suportou - seria a falta de informação - até recente reforma - atitude merecedora de cumprimentos - no qual, além de ter sua fonte limpa (mas ainda seca), teve seu jardim revisto e seu antigo piso em mosaico substituido por blocos intertravados. O índio voltou a ter posse de sua arma, a lança, que encontrava-se inexistente, por muitas vezes dando espaço à cabos de vassoura ou similares.

O peixe ainda não veio, mas a consciente atitude de sua valorização para a memória urbana, certamente trouxe um pouco de alegria para nosso querido e paciente amigo.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:41 | permalink | compartilhar
15/11/2006
Prontidão
Escultura de prontidão, observando os transeuntes, junto a parede do Hospital Santa Catarina, por Adriano Vieland

Caminhando pela Paulista, na calçada junto ao centenário Hospital Santa Catarina, sinta-se protegido, ou vigiado. Olhe para o alto. Aperte o passo ou deslumbre.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 12:00 | permalink | compartilhar
13/11/2006
Dumont-Adams
Fachada do abandonado Edifício Dumont-Adams, na Avenida Paulista, 1510, por Adriano Vieland

Triste Edifício Dumont-Adams, triste esquina, Avenida Paulista com Professor Otávio Mendes, local alvo de projetos ambiciosos que foram discutidos até a exaustão - e vetados - como a construção de uma torre-mirante que integraria o conjunto do vizinho famoso, o MASP.

Ignorado por muitos, inclusive "cultos" formadores e distribuidores de informação (leia-se "interessados de alguma forma em ganhar dinheiro com a degradação de nossa história, a favor do canibalismo arquitetônico contra nossa memória urbana"), é um pobre abandonado, simplesmente apenas um outro pobre figurante abandonado em nossa paulicéia.

As idéias deveriam ser outras; não é rentável reformar o edifício? Revitalizá-lo? A Paulista não é um local agradável para uma empresa se instalar? Ninguém gostaria de morar em local tão bem localizado? Duvido. Por que então não apenas reformá-lo? Por que não transformá-lo num centro cultural? Num centro de formação? Faculdade? Biblioteca? Escola de arte? Hotel?

Por que optar simplesmente pelo abandono?


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:49 | permalink | compartilhar
11/11/2006
O caixeiro
Detalhe do monumento 'O caixeiro', na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

Está na Paulista? próximo da Casa das Rosas, de frente ao prédio do SESC? Note no então o ar de admiração expressado pelo caixeiro, sobre o jardim. O caixeiro perde seu olhar, viaja, simplesmente isso.

Deslumbra desde o dia 28 de novembro de 1988, toda a grandiosidade da maior de nossas avenidas; perpetua uma bela homenagem aos trabalhadores do comércio.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 18:31 | permalink | compartilhar
10/11/2006
Reflexos cotidianos
Antena da TV Globo refletida no edifício CYK, por Adriano Vieland

Avenida Paulista, ponto alto do antigo Morro do Caaguaçu, nosso corredor, ícone, dona dos fluxos.

No cânion urbano formado pela centena de senhores de concreto e vidro, reflexos, como o acima retratado, onde se faz presente na espelhada fachada do imponente edifício Comendador Yerchanik Kissajikian - ou simplesmente CYK - a mais famosa das antenas da cidade, da TV Globo, com seus 110 metros de altura, sobre o prédio da Gazeta.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 01:52 | permalink | compartilhar
05/11/2006
Assim seja
Detalhe para a estaca mensageira nos jardins do Hospital Santa Catarina, por Adriano Vieland

Num passeio pela Avenida Paulista, o detalhe para a estaca mensageira nos jardins do Hospital Santa Catarina.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 17:22 | permalink | compartilhar
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