|
22/01/2007
|
|
Casa das Rosas
|

Remanescente dos clássicos casarões da Paulista, localizado no número 37 da avenida, foi projetado pelo escritório de Ramos de Azevedo pouco antes de sua morte, e inaugurado em 1935 - viria a servir de residência para uma de suas filhas.
Recebeu essa denominação em função de seu jardim de rosas, então um dos maiores e mais belos da cidade. Hoje abriga um espaço cultural voltado à poesia e literatura.
Marcadores: Avenida Paulista, casarões, Ramos de Azevedo, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 09:55 | permalink |
compartilhar
|
|
16/01/2007
|
|
O edifício da FIESP
|

Projetado em 1969 por Roberto Cerqueira César e Luiz Roberto de Carvalho Franco, o edifício da FIESP é um ícone da arquitetura brasileira; inconfundível traçado e volume, deslumbra quem passa por nossa Avenida Paulista.
Marcadores: Avenida Paulista, edifícios, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 23:01 | permalink |
compartilhar
|
|
30/12/2006
|
|
Do vão livre do MASP...
|

O famoso vão livre do MASP, com seus quase 80 metros de comprimento, proporciona, dos fundos do museu - a Esplanada Lina Bo Bardi, tradicional ponto de encontro na Paulista - uma das mais belas panorâmicas do Centro da cidade, um vale que corre junto da Avenida 9 de Julho, disposta sobre o antigo Ribeirão Saracura.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, panorâmicas, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 10:24 | permalink |
compartilhar
|
|
27/12/2006
|
|
Edifício Gazeta
|

A Fundação Cásper Líbero, criada em 1947, estabeleceu um marco nas comunicações no país com a "Gazeta"; funcionou até o ano de 1966 no Palácio da Imprensa, centro da capital - na Avenida Cásper Líbero; nesse mesmo ano foi inaugurado o edifício situado no número 900 da Avenida Paulista, um dos mais famosos e tradicionais pontos de encontro - com sua inconfundível escadaria - em toda a cidade.
São 14 andares que abrigam as rádios AM e FM, a Rede Gazeta de Televisão, o jornal digital "A Gazeta Esportiva.Net" e a Faculdade de Jornalismo; são 68 mil metros quadrados de área construída, que ainda abrigam um teatro com capacidade para 900 pessoas, e no topo do edifício a mais famosa e vistosa antena da cidade, com 85 metros de altura.
Marcadores: Avenida Paulista, edifícios, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 09:22 | permalink |
compartilhar
|
|
15/12/2006
|
|
Edifício Saint-Honoré
|

Se durante meus passeios pela Paulista exista um prédio pelo qual sinto uma tremenda admiração - e por quê não, atração - esse é o Saint-Honoré, no número 1195; um bem conservado remanescente kitsch dos pomposos anos 50.
O edifício residencial, de autoria de Artacho Jurado, me encanta pelo estiloso formato, e suas floridas varandas, algumas de dão preenchidas dão a impressão de verdadeiros jardins suspensos. Admirável, belo.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, kitsch, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 11:20 | permalink |
compartilhar
|
|
13/12/2006
|
|
Parque Siqueira Campos, o Trianon
|

Avenida Paulista, sinônimo de correria, homens, mulheres e veículos num ritmo beirando a insanidade; informação em todos os níveis, poluição - infelizmente - em diversos aspectos; pulsação, o combustível da cidade.
Se você já percorreu toda a avenida, em meio ao concreto das dezenas de edifícios, certamente deve ter se deparado com um bloco artístico de valor incalculável para nossa cultura, o MASP, que ali realmente chama a atenção de todos, mas e do lado oposto ao museu, por de trás dos pontos de ônibus e demais interferências urbanas, você já se atentou ao Parque Siqueira Campos, ou como é mais conhecido, o Trianon?
Não será difícil, numa primeira visita a cidade, você se impressionar com uma reserva vegetal como aquela em meio a selva de pedra. É triste ter "sobrado" tão pouco, mas é valorosa e exuberante a sua presença, quebrando o ritmo cinza, oxigenando nossa visão, nem que por apenas um quarteirão.
Inaugurado em 1892, sua história corre paralelamente a abertura da Avenida Paulista; o projeto original do parque foi do francês Paul Villon, que se inspirando no então estilo inglês, preservou espécies vegetais nativas e introduziu algumas outras exóticas.
No início do século XX, onde hoje encontra-se o MASP, foi construído - a partir de um projeto de Ramos de Azevedo - um belvedere, que permitia um invejável panorama do Centro da cidade. Esse local ficou conhecido como "Trianon" - nome que passou a caracterizar toda aquela região - e ao mesmo tempo passou a ser freqüentado por boa parte da elite paulistana.
Foi somente no início dos anos 30 que, em homenagem à um dos heróis da Revolta Tenentista, o Trianon recebeu oficialmente o nome de Parque Siqueira Campos. Nas décadas seguintes, o que se presenciou foi a decadência e abandono do local, até o final da década de 60, quando o então prefeito Faria Lima, convidou Burle Marx e Clóvis Olga para tocarem o projeto de recuperação, onde várias intervenções e melhorias foram providenciadas.
O parque está lá, o cedro está lá, o jequitibá-branco e o jatobá também; o joão-de-barro está lá, o sabiá e os esquilos também. Quer uma dica para um "domingão": visite-os.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, parques, século XIX, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 18:06 | permalink |
compartilhar
|
|
12/12/2006
|
|
Columba livia, novamente
|

Sob o sol da manhã - clichê - e sobre o recém entregue piso de blocos intertravados na Praça Oswaldo Cruz, uma pomba, columba livia, novamente aqui representada.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 15:16 | permalink |
compartilhar
|
|
08/12/2006
|
|
Parabéns Paulista!
|

Hoje, 8 de dezembro, é teu aniversário. Elegante senhora de nossas vias, parabéns pelos 115 anos de idade. Teus personagens se curvam em respeito e te homenageiam. Felicidade.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, século XIX, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 10:08 | permalink |
compartilhar
|
|
01/12/2006
|
|
Algumas janelas na Paulista
|

Abertas, fechadas, com grades, cortinas, quebradas, restauradas, com donos, desocupadas. Diferentes, unidas. Simplesmente janelas, no Edifício Paulicéia.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 10:38 | permalink |
compartilhar
|
|
24/11/2006
|
|
Para a esquerda
|

Algo pouco convencional em nosso cotidiano; num flagrante, a passagem subterrânea Paulista-Rebouças, inaugurada em 1973, sem a presença de nenhum veículo, durante o feriado de Corpus Christi, em junho último.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 15:19 | permalink |
compartilhar
|
|
21/11/2006
|
|
Índio Pescador
|

Não se ter conhecido o histórico ou este não estar facilmente disponível para pesquisa; constato que a verdadeira missão em localizar referências seja uma das verdadeiras culpadas por muitas de nossas esculturas e monumentos encontrarem-se em pleno estado de abandono.
Um teste: tente encontrar alguma informação relacionada ao "Índio Pescador", escultura situada na Praça Oswaldo Cruz, logo no início da Avenida Paulista. O trabalho vai ser difícil, já aviso de antemão.
Correndo por entre livros e sites da rede, o que consegui levantar é sua autoria, de Francisco Leopoldo e Silva, mas quanto sua inauguração, a data é imprecisa - pelo menos não foi obtida nenhuma informação consolidada, possível de ser repassada com segurança.
O "índio" foi inaugurado, provavelmente, no início da década de 20, numa iniciativa do governo para que fosse reforçado o ideal do nacionalismo durante as comemorações do centenário da Indepêndencia do país.
Ali, o índio aguarda atento, fixo, sua caça, o peixe - que por leituras de crônicas da cidade, descobri que nunca chegou por aquelas bandas. Sua visão foi testemunha, por décadas, do lixo que ocupava seu "lago", e quieto suportou - seria a falta de informação - até recente reforma - atitude merecedora de cumprimentos - no qual, além de ter sua fonte limpa (mas ainda seca), teve seu jardim revisto e seu antigo piso em mosaico substituido por blocos intertravados. O índio voltou a ter posse de sua arma, a lança, que encontrava-se inexistente, por muitas vezes dando espaço à cabos de vassoura ou similares.
O peixe ainda não veio, mas a consciente atitude de sua valorização para a memória urbana, certamente trouxe um pouco de alegria para nosso querido e paciente amigo.
Marcadores: Avenida Paulista, estátuas, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 10:41 | permalink |
compartilhar
|
|
13/11/2006
|
|
Dumont-Adams
|

Triste Edifício Dumont-Adams, triste esquina, Avenida Paulista com Professor Otávio Mendes, local alvo de projetos ambiciosos que foram discutidos até a exaustão - e vetados - como a construção de uma torre-mirante que integraria o conjunto do vizinho famoso, o MASP.
Ignorado por muitos, inclusive "cultos" formadores e distribuidores de informação (leia-se "interessados de alguma forma em ganhar dinheiro com a degradação de nossa história, a favor do canibalismo arquitetônico contra nossa memória urbana"), é um pobre abandonado, simplesmente apenas um outro pobre figurante abandonado em nossa paulicéia.
As idéias deveriam ser outras; não é rentável reformar o edifício? Revitalizá-lo? A Paulista não é um local agradável para uma empresa se instalar? Ninguém gostaria de morar em local tão bem localizado? Duvido. Por que então não apenas reformá-lo? Por que não transformá-lo num centro cultural? Num centro de formação? Faculdade? Biblioteca? Escola de arte? Hotel?
Por que optar simplesmente pelo abandono?
Marcadores: abandono, Avenida Paulista, edifícios, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 10:49 | permalink |
compartilhar
|
|
11/11/2006
|
|
O caixeiro
|

Está na Paulista? próximo da Casa das Rosas, de frente ao prédio do SESC? Note no então o ar de admiração expressado pelo caixeiro, sobre o jardim. O caixeiro perde seu olhar, viaja, simplesmente isso.
Deslumbra desde o dia 28 de novembro de 1988, toda a grandiosidade da maior de nossas avenidas; perpetua uma bela homenagem aos trabalhadores do comércio.
Marcadores: Avenida Paulista, cotidiano, esculturas, estátuas, século XX
|
| Publicado por Adriano Vieland às 18:31 | permalink |
compartilhar
|
|
10/11/2006
|
|
Reflexos cotidianos
|

Avenida Paulista, ponto alto do antigo Morro do Caaguaçu, nosso corredor, ícone, dona dos fluxos.
No cânion urbano formado pela centena de senhores de concreto e vidro, reflexos, como o acima retratado, onde se faz presente na espelhada fachada do imponente edifício Comendador Yerchanik Kissajikian - ou simplesmente CYK - a mais famosa das antenas da cidade, da TV Globo, com seus 110 metros de altura, sobre o prédio da Gazeta.
Marcadores: antenas, Avenida Paulista, cotidiano, edifícios, século XX, século XXI
|
| Publicado por Adriano Vieland às 01:52 | permalink |
compartilhar
|
|
|