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02/02/2007
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Casa de Dona Yayá
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Na esquina da Major Diogo com a 14 de julho, ao lado do TBC, no Bixiga, temos a imponente presença da Casa de Dona Yayá, construída por volta de 1870.
Sebastiana de Mello Freire - a Dona Yayá - nascida em 1887, foi acometida de uma grave doença mental aos 32 anos de idade, o que lhe forçou a viver reclusa, sem sair dessa casa, por mais de 40 anos.
Marcadores: Bixiga, casarões, Centro, século XIX, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 22:41 | permalink |
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29/01/2007
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Géométrique, gigantesque!
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Senhor do tempo, encaixe as peças, pois tudo parece ter corrido rápido demais.
A descomunal vista da cidade a partir do topo do Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, o mais famoso dos verticais paulistanos. Panorama São Paulo!
Marcadores: Centro, cotidiano, século XXI, skyline
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| Publicado por Adriano Vieland às 07:34 | permalink |
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20/01/2007
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Pane-D'Italia
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Rua 14 de Julho, 92, Bixiga; esse é o endereço de uma das mais tradicionais padarias da cidade - a Padaria 14 de Julho, de 1897; pequena, discreta, rústica, tradicional, comercializa os tradicionais pães italianos, embutidos, queijos, vinhos, conservas; um micro-universo onde é possível se perder com tanta história.
"Em 1897, nostro nono entravaga de carroça nossos pães, porém a carroça se foi, mas a receita do pão ainda é a mesma"; a frase está impressa nas sacolas plásticas usadas para guardar as compras; vale uma visita (dica: os grissinis com queijo parmesão e os de alho são ótimos!)
Marcadores: Bixiga, Centro, comércio, italianos, século XIX, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 12:07 | permalink |
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19/01/2007
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Mercúrio e o "treme-treme"
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Um dia tumultuado e cheio de imprevistos fizeram com que o post de ontem, só entrasse hoje no ar. Meus mais sinceros pedidos de desculpas.
Gigantes siameses perdidos junto a margem do Tamanduateí, de frente para o Mercadão: o ainda habitado, e decadente, edifício Mercúrio e o desocupado São Vito - o "treme-treme" - de 1959, que outrora chegou a abrigar 3 mil moradores em suas complexas e pouco amistosas dependências.
Marcadores: abandono, Centro, edifícios, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 11:51 | permalink |
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18/01/2007
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9 de Julho, seu vale e viadutos
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Do passeio de sábado a tarde, a avenida 9 de Julho em direção ao Centro, com detalhe para seu vale, um cânion urbano formado por blocos de concreto que cortam os céus da cidade, e seus charmosos viadutos em corte seco.
Marcadores: Avenida 9 de Julho, Centro, cotidiano, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 00:49 | permalink |
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07/01/2007
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O grito
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No grafite de autoria desconhecida, na rua Gomes de Carvalho, próximo da Funchal - na Vila Olímpia - o todo cinza em explosão; a expressão descompromissada de um desespero incerto, o grito, uma cidade, em grito. A síntese do desespero que vez ou outra temos que enfrentar.
Marcadores: cotidiano, grafite, século XX, século XXI, Vila Olímpia, Zona Sul
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| Publicado por Adriano Vieland às 20:35 | permalink |
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04/01/2007
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Estação da Luz
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Pouco mais de um século, esse é o tempo que se faz presente em nosso cotidiano um dos mais belos prédios públicos da cidade.
Inaugurada em 1º de março de 1901, a Estação da Luz é um dos nossos tesouros mais bem retratados, estudados, discutidos; referências bibliográficas são incontáveis, imagens de arquivo, idem. Trata-se de um marco e, porquê não, um dos responsáveis pela transformação da pequena vila em megalópole.
Uma curiosidade relacionada à sua construção, é que todo material utilizado foi importado; dos pregos e tijolos ingleses, às telhas cerâmicas de Marselha, França, e a imponente estrutura de aço de Glasgow, Escócia; peça por peça, todas vieram de diversas partes do mundo através do Atlântico.
Restaurada recentemente, hoje, além de continuar prestando serviços à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, abriga o Museu da Língua Portuguesa, um dos mais modernos e visitados museus do país, propiciando uma interação única com nosso - por tantas vezes tão surrado - idioma, suas obras, ícones, enfim, vale uma visita para o quanto antes.
Marcadores: Centro, estações, Luz, prédios históricos, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 09:37 | permalink |
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10/11/2006
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Reflexos cotidianos
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Avenida Paulista, ponto alto do antigo Morro do Caaguaçu, nosso corredor, ícone, dona dos fluxos.
No cânion urbano formado pela centena de senhores de concreto e vidro, reflexos, como o acima retratado, onde se faz presente na espelhada fachada do imponente edifício Comendador Yerchanik Kissajikian - ou simplesmente CYK - a mais famosa das antenas da cidade, da TV Globo, com seus 110 metros de altura, sobre o prédio da Gazeta.
Marcadores: antenas, Avenida Paulista, cotidiano, edifícios, século XX, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 01:52 | permalink |
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27/10/2006
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Cão, Chá e solidão
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Das cenas inesperadas do cotidiano no coração da cidade, o solitário cão cruza, numa manhã de domingo, um aliviado e vazio Viaduto do Chá.
Marcadores: Centro, flagrantes, século XXI, viadutos
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| Publicado por Adriano Vieland às 10:28 | permalink |
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21/10/2006
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Trois, deux, un
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Por que dois e não três? Questionamentos a parte, o que pelo menos a imagem demonstra é o quanto pode ser interessante uma boa avaliação e estudo de uso de um prédio antes de simplesmente decidir por sua demolição - para dar espaço, geralmente, à um amplo e ventilado estacionamento - ou simplesmente legar seu passado ao abandono. Borracha na memória.
No conjunto de três prédios localizados na Avenida Liberdade, junto do Viaduto Guilherme de Almeida, dois foram devidamente reformados e servem como estabelecimentos comerciais, porém, como pode-se notar sem grande esforço, o prédio central não mereceu a mesma atenção ou interesse; o pobre e triste pato-feio da história dos três siameses demonstra o estado de degeneração em que todo o conjunto poderia se encontrar.
É por esse motivo que novamente pergunto: Por que dois e não três? Se alguém souber, por favor, sinta-se a vontade de me informar.
Marcadores: abandono, Centro, Liberdade, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 08:15 | permalink |
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20/10/2006
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Vagas
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Um retrato corrido, flagrando elementos inusitados ao nosso olhar, e possíveis somente em uma cidade como São Paulo. Na Rua São Joaquim, junto da campainha na porta de uma pensão familiar, numa pequena placa bilíngüe o aviso de vagas.
Marcadores: bairro oriental, Centro, flagrantes, Liberdade, século XXI
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| Publicado por Adriano Vieland às 14:06 | permalink |
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15/10/2006
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Trilho
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Inaugurada em novembro de 2001, ao lado da Usina Elevatória da Traição, próximo do cruzamento da Marginal Pinheiros com a Avenida dos Bandeirantes, a estação Vila Olímpia é a mais recente das estações que compõe o chamado Ramal de Jurubatuba (que em resumo, podemos considerar a "linha" que corre em paralelo com o Rio Pinheiros); além disso é a mais "jovem" estação ferroviária do Estado.
A necessidade de sua construção está plenamente relacionada a explosão imobiliária ocorrida no bairro da Vila Olímpia, que passou, a partir da década de 90, a ser procurada por empresas dos mais diversificados segmentos, para a disponibilização de seus escritórios, em função, é claro, de sua estratégica localização entre os bairros de Pinheiros, Itaim, Brooklin, Moema, a região da Berrini, a Avenida dos Bandeirantes, a Marginal Pinheiros, o Aeroporto de Congonhas, a Avenida Santo Amaro, etc.
Marcadores: século XXI, transportes, Vila Olímpia, Zona Sul
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| Publicado por Adriano Vieland às 04:10 | permalink |
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