panoramasãopaulo
Nossa paulicéia: retratos, retalhos...
07/02/2007
O altar
Vista a partir do altar para a região da várzea do Tamanduateí, por Adriano Vieland

No Pateo, ao lado da parede histórica, um altar, simples, porém com uma vista invejável de boa parte da várza do Tamanduateí.

Nele, o Papa João Paulo II celebrou no Brasil, em julho de 1980, a primeira missa após a beatificação do Padre José de Anchieta.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 15:18 | permalink | compartilhar
03/02/2007
Monumento a Anchieta
Monumento a Anchieta, de Heitor Usai, por Adriano Vieland

Obra em bronze, de Heitor Usai, dando sua benção ao coração da cidade, desde 1954.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 12:25 | permalink | compartilhar
02/02/2007
Casa de Dona Yayá
Da rua Major Diogo, através das grades de proteção, a Casa de Dona Yayá, por Adriano Vieland

Na esquina da Major Diogo com a 14 de julho, ao lado do TBC, no Bixiga, temos a imponente presença da Casa de Dona Yayá, construída por volta de 1870.

Sebastiana de Mello Freire - a Dona Yayá - nascida em 1887, foi acometida de uma grave doença mental aos 32 anos de idade, o que lhe forçou a viver reclusa, sem sair dessa casa, por mais de 40 anos.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 22:41 | permalink | compartilhar
01/02/2007
Marco Zero
Painel de Clóvis Graciano, na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

No meio da Praça da Sé, de frente para a Catedral, o Marco Zero da cidade, de 1934.

Obra de autoria de Gabriel Villin e Américo R. Neto, do qual conta-se a distância - para o Centro - de qualquer ponto da cidade, além de indicar as direções dos Estados que fazem limite com São Paulo.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:42 | permalink | compartilhar
30/01/2007
Relógio Público de Nichile
O Relógio Público de Nichile, por Adriano Vieland

No cruzamento da São João com a São Bento, marcando as horas desde o dia 5 de abril de 1935, correm os minutos no Relógio Público de Nichile.

Três faces, base de granito, alguns metros de ferro fundido e um incalculável valor histórico para nossa cidade; o único remanescente de outros seis exemplares (há dúvidas quanto a um sétimo) que foram instalados na cidade por Ottávio de Nichile, a partir de 1933.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 22:12 | permalink | compartilhar
29/01/2007
Géométrique, gigantesque!
São Paulo vista da torre do Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, por Adriano Vieland

Senhor do tempo, encaixe as peças, pois tudo parece ter corrido rápido demais.

A descomunal vista da cidade a partir do topo do Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, o mais famoso dos verticais paulistanos. Panorama São Paulo!


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:34 | permalink | compartilhar
28/01/2007
O painel do Triângulo
O painel de pastilhas, de Di Cavalcanti, no Edifício Triângulo, por Adriano Vieland

No cruzamento das ruas José Bonifácio e Quintino Bocaiuva, o Edifício Triângulo, primeiro prédio modernista da cidade - projetado por Niemeyer - guarda um verdadeiro tesouro, que precisa, urgentemente de restauro.

Aos remendos, na entrada principal do prédio, um belo painel de pastilhas de Di Cavalcanti. Ele pede socorro.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 20:39 | permalink | compartilhar
27/01/2007
As palmeiras e a torre
As palmeiras da praça e uma das torres da Catedral da Sé, por Adriano Vieland

Do marco zero, olhando alto para o lado esquerdo, o detalhe das palmeiras da praça, o verde-equilíbrio para o cinza dominante, se contraponto à uma das torres da Catedral da Sé, na tarde de sol do último dia 25.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:33 | permalink | compartilhar
26/01/2007
Underground
A entrada da passagem subterrânea para os baixos do Viaduto do Chá, da Praça Ramos de Azevedo, por Adriano Vieland

A entrada - infelizmente abandonada - da, atualmente lacrada, passagem subterrânea da Praça Ramos de Azevedo, para os baixos do Viaduto do Chá. Quanto bom uso poderia ser aplicado. Desperdício e desrespeito.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 23:44 | permalink | compartilhar
20/01/2007
Pane-D'Italia
A Padaria 14 de Julho, por Adriano Vieland

Rua 14 de Julho, 92, Bixiga; esse é o endereço de uma das mais tradicionais padarias da cidade - a Padaria 14 de Julho, de 1897; pequena, discreta, rústica, tradicional, comercializa os tradicionais pães italianos, embutidos, queijos, vinhos, conservas; um micro-universo onde é possível se perder com tanta história.

"Em 1897, nostro nono entravaga de carroça nossos pães, porém a carroça se foi, mas a receita do pão ainda é a mesma"; a frase está impressa nas sacolas plásticas usadas para guardar as compras; vale uma visita (dica: os grissinis com queijo parmesão e os de alho são ótimos!)


 

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Publicado por Adriano Vieland às 12:07 | permalink | compartilhar
19/01/2007
Mercúrio e o "treme-treme"
Os edifícios Mercúrio e São Vito, por Adriano Vieland

Um dia tumultuado e cheio de imprevistos fizeram com que o post de ontem, só entrasse hoje no ar. Meus mais sinceros pedidos de desculpas.

Gigantes siameses perdidos junto a margem do Tamanduateí, de frente para o Mercadão: o ainda habitado, e decadente, edifício Mercúrio e o desocupado São Vito - o "treme-treme" - de 1959, que outrora chegou a abrigar 3 mil moradores em suas complexas e pouco amistosas dependências.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 11:51 | permalink | compartilhar
18/01/2007
9 de Julho, seu vale e viadutos
A avenida 9 de julho em direção ao Centro da cidade, seu vale e viadutos, por Adriano Vieland

Do passeio de sábado a tarde, a avenida 9 de Julho em direção ao Centro, com detalhe para seu vale, um cânion urbano formado por blocos de concreto que cortam os céus da cidade, e seus charmosos viadutos em corte seco.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 00:49 | permalink | compartilhar
15/01/2007
Psicodelia dominical verspertina
Muro grafitado na rua Martiniano de Carvalho, por Adriano Vieland

Num passeio de tarde de domingo, o psicodélico muro grafitado na rua Martiniano de Carvalho; manifesto cultural livre, longa vida a arte urbana.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 22:18 | permalink | compartilhar
14/01/2007
Vila Itororó
Da escadaria da rua Martiniano de Carvalho, a Vila Itororó, por Adriano Vieland

Indecifrável, incomparável, extravagante, exótica, histórica, e infelizmente - totalmente - deteriorada. Situada na rua Martiniano de Carvalho, a Vila Itororó foi a primeira vila urbana da cidade e um marco no Bixiga, um dos berços da imigração em São Paulo.

Construída em 1922 pelo português Francisco de Castro, um tecelão e entusiasta da arquitetura e engenharia, tinha - e ainda tem - como destaque o casarão principal, de quatro andares, exibindo incontáveis ornamentos artísticos, muitos re-utilizados de outras construções demolidas, como o antigo Teatro São José.

Empregando técnicas então inéditas de projeto e construção, o casarão ficou famoso na época, sendo apelidado de a "Casa Surrealista". Somado a ele, nos 4,5 mil metros quadrados da área da vila, outras 37 casas foram erguidas, além de uma piscina, a primeira da cidade numa residência particular.

O local recebeu esse nome em função do riacho do Vale do Itororó, que corria ali, paralelamente ao conjunto de casas, e que posteriormente deu lugar à avenida 23 de Maio.

Tempos depois de sua inauguração e uso, com a finalidade de quitar antigas dívidas do tecelão, a vila foi leiloada, sendo arrematada pela Santa Casa de Indaiatuba, que passou a alugar as residências.

Longa vida à Vila Itororó; que venham reformas, restauros e melhorias - um potencial núcleo cultural para a cidade. Que todas as famílias que ali residem, vivem, sejam assistidas atenciosamente; é o mínimo que podemos desejar à esse gigante tesouro escondido de nossa metrópole.

Em qual outro lugar do país você encontraria um local assim?


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:00 | permalink | compartilhar
12/01/2007
O anjo-soldado, o prédio comercial
Detalhe para o anjo-soldado apenas observando o movimento, e o contraste para um prédio comercial na Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

Apenas observando, fazendo guarda, eis o anjo-soldado no Mosteiro de São Bento, e contrastando na cena, um prédio comercial na Florêncio de Abreu.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 01:44 | permalink | compartilhar
06/01/2007
Moda de viola
Uma dupla de violeiros no Largo São Bento, por Adriano Vieland

Miscelânea cultural, complexa, incomparável; em meio a cidade que nunca para, numa manhã de sábado no Largo São Bento, uma dupla exibe aos atentos ouvintes transeuntes uma moda de viola. Belo show.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:35 | permalink | compartilhar
05/01/2007
Porta ornamentada
A ornamentada porta do Edifício São Bento, na rua Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

Com certeza, no passo corrido da semana, fica despercebido ao apressado o belo e ornado trabalho presente na porta de entrada do Edifício São Bento, na rua Florêncio de Abreu, 157.

Por falta de dados a serem conferidos, não consido garantia a informação, mas trata-se - arrisco - de um belo exemplo art déco; se alguém puder confirmar essa informação...


 

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Publicado por Adriano Vieland às 08:59 | permalink | compartilhar
04/01/2007
Estação da Luz
Lateral da mais tradicional das estações da capital, a Luz, por Adriano Vieland

Pouco mais de um século, esse é o tempo que se faz presente em nosso cotidiano um dos mais belos prédios públicos da cidade.

Inaugurada em 1º de março de 1901, a Estação da Luz é um dos nossos tesouros mais bem retratados, estudados, discutidos; referências bibliográficas são incontáveis, imagens de arquivo, idem. Trata-se de um marco e, porquê não, um dos responsáveis pela transformação da pequena vila em megalópole.

Uma curiosidade relacionada à sua construção, é que todo material utilizado foi importado; dos pregos e tijolos ingleses, às telhas cerâmicas de Marselha, França, e a imponente estrutura de aço de Glasgow, Escócia; peça por peça, todas vieram de diversas partes do mundo através do Atlântico.

Restaurada recentemente, hoje, além de continuar prestando serviços à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, abriga o Museu da Língua Portuguesa, um dos mais modernos e visitados museus do país, propiciando uma interação única com nosso - por tantas vezes tão surrado - idioma, suas obras, ícones, enfim, vale uma visita para o quanto antes.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:37 | permalink | compartilhar
03/01/2007
O teto do Mercado
Detalhe do traço e iluminação no teto do Mercadão, por Adriano Vieland

Entre os corredores e o mazanino, aromas, temperos, cores e sabores, mas no teto, as telhas de vidro, a linda clarabóia; iluminação, ventilação, inspiração: o firme e consciente traço de Ramos de Azevedo, no Mercado Municipal Paulistano - o Mercado Central, da Cantareira - o nosso "Mercadão", de 1932.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 11:54 | permalink | compartilhar
02/01/2007
E qual é a solução?
Detalhe a surrada viga de sustentação do viaduto da rua Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

O Viaduto Florêncio de Abreu foi inaugurado em 1929 em substituição a uma antiga ponte que cortava um trecho do Rio Anhangabaú, hoje canalizado sob a rua Carlos de Souza Nazareth; são 15 metros de comprimento por 14 de largura, somando 1,80 dos "passeios" laterais.

Como a própria descrição técnica pesquisada aponta, trata-se de uma obra composta por uma "grelha" metálica, de perfis metálicos, unidos por rebites; fabuloso mas, termos técnicos a parte, a visão que temos da parte inferior desse viaduto - um dos históricos no Centro da cidade - é algo que beira o desesperador.

O tráfego de veículos de grande porte - alguns que visivelmente eram maiores que os 3,8 metros indicados como limite pelas placas de sinalização - danificou boa parte de sua estrutura, especificamente, sua viga principal, tornando a construção totalmente comprometida; ações de prevenção não são visíveis - pelo menos é o que percebemos numa breve visita ao local - sugerindo o abandono, e causando enorme desconforto para aquele que, nem que seja por acaso, o observa.

Pesquisando a respeito, foi obtida uma informação - a fonte não é confiável, pelo menos por enquanto; existe um impedimento quanto a reforma desse viaduto pois como a região foi tombada pelo patrimônio histórico, torna-se obrigatório o uso de rebites originais - da década de 20 - o que vem a tornar toda e qualquer tentativa de reforma algo bem complexo.

Por isso, deixo aqui minha pergunta: E aí, qual é a solução?


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:33 | permalink | compartilhar
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