panoramasãopaulo
Nossa paulicéia: retratos, retalhos...
01/02/2007
Marco Zero
Painel de Clóvis Graciano, na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

No meio da Praça da Sé, de frente para a Catedral, o Marco Zero da cidade, de 1934.

Obra de autoria de Gabriel Villin e Américo R. Neto, do qual conta-se a distância - para o Centro - de qualquer ponto da cidade, além de indicar as direções dos Estados que fazem limite com São Paulo.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:42 | permalink | compartilhar
31/01/2007
Alabarda
Painel de Clóvis Graciano, na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

No número 648 da Avenida Paulista, o painel de azulejos policromados de Clóvis Graciano, datado de 1959.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 23:54 | permalink | compartilhar
30/01/2007
Relógio Público de Nichile
O Relógio Público de Nichile, por Adriano Vieland

No cruzamento da São João com a São Bento, marcando as horas desde o dia 5 de abril de 1935, correm os minutos no Relógio Público de Nichile.

Três faces, base de granito, alguns metros de ferro fundido e um incalculável valor histórico para nossa cidade; o único remanescente de outros seis exemplares (há dúvidas quanto a um sétimo) que foram instalados na cidade por Ottávio de Nichile, a partir de 1933.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 22:12 | permalink | compartilhar
29/01/2007
Géométrique, gigantesque!
São Paulo vista da torre do Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, por Adriano Vieland

Senhor do tempo, encaixe as peças, pois tudo parece ter corrido rápido demais.

A descomunal vista da cidade a partir do topo do Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, o mais famoso dos verticais paulistanos. Panorama São Paulo!


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:34 | permalink | compartilhar
28/01/2007
O painel do Triângulo
O painel de pastilhas, de Di Cavalcanti, no Edifício Triângulo, por Adriano Vieland

No cruzamento das ruas José Bonifácio e Quintino Bocaiuva, o Edifício Triângulo, primeiro prédio modernista da cidade - projetado por Niemeyer - guarda um verdadeiro tesouro, que precisa, urgentemente de restauro.

Aos remendos, na entrada principal do prédio, um belo painel de pastilhas de Di Cavalcanti. Ele pede socorro.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 20:39 | permalink | compartilhar
27/01/2007
As palmeiras e a torre
As palmeiras da praça e uma das torres da Catedral da Sé, por Adriano Vieland

Do marco zero, olhando alto para o lado esquerdo, o detalhe das palmeiras da praça, o verde-equilíbrio para o cinza dominante, se contraponto à uma das torres da Catedral da Sé, na tarde de sol do último dia 25.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:33 | permalink | compartilhar
21/01/2007
Pontes e viadutos
A ponte Engenheiro Ary Torres e o viaduto República da Armênia, por Adriano Vieland

No reflexo, durante o movimento do ônibus nas proximidades da Avenida dos Bandeirantes e Berrini, paralelamente, a ponte Ary Torres e o viaduto Reúplica da Armênia.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 01:30 | permalink | compartilhar
18/01/2007
9 de Julho, seu vale e viadutos
A avenida 9 de julho em direção ao Centro da cidade, seu vale e viadutos, por Adriano Vieland

Do passeio de sábado a tarde, a avenida 9 de Julho em direção ao Centro, com detalhe para seu vale, um cânion urbano formado por blocos de concreto que cortam os céus da cidade, e seus charmosos viadutos em corte seco.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 00:49 | permalink | compartilhar
17/01/2007
A conversa
Na fachada de uma casa na Bela Vista, as imagens conversam, por Adriano Vieland

Tenho uma relação de carinho e admiração pela Bela Vista; durante o período em que estudei no bairro, tive a chance de "descobrir" um universo repleto de surpresas, como essa, na fachada de uma casa, onde podemos nos deparar com duas imagens numa animada conversa, enquanto despejam o líquido contido em seus jarros, como ânforas, para a rua.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 08:18 | permalink | compartilhar
12/01/2007
O anjo-soldado, o prédio comercial
Detalhe para o anjo-soldado apenas observando o movimento, e o contraste para um prédio comercial na Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

Apenas observando, fazendo guarda, eis o anjo-soldado no Mosteiro de São Bento, e contrastando na cena, um prédio comercial na Florêncio de Abreu.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 01:44 | permalink | compartilhar
11/01/2007
Descascando o abacaxi
Um vendedor ambulante descasca um abacaxi, por Adriano Vieland

Literalmente, sem meias verdades; ao lado da passagem para a Rua Carlos de Souza Nazareth, próximo da 25 de Março, o homem, um vendedor, em seu rito diário, descasca o abacaxi. Passatempo, passa.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 23:33 | permalink | compartilhar
10/01/2007
Lixo
O lixo no lugar errado, por Adriano Vieland

Num outro dia tenso, e cheio de incertezas, apenas uma pergunta: Por que não jogam o lixo no lugar certo? Sobra falta de respeito no mundo.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 21:51 | permalink | compartilhar
09/01/2007
Proibido retornar
A placa de regulamentação de trânsito e o edifícil CYK na Avenida Paulista, por Adriano Vieland

Num lance rápido, durante o passeio pela Paulista, a placa de regulamentação de trânsito em equilíbrio visual com o edifícil CYK.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 07:49 | permalink | compartilhar
08/01/2007
Paralelepípedo
Foto de um calçamento de paralelepípedos, sob o vão livre do MASP, por Adriano Vieland

Solo pai do asfalto que cobre a capital, ainda se faz presente, ordenado, alinhado, sólido, guiando passos, rotas, trilhas; eis o paralelepípedo, que ainda se faz presente em ruas da capital.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 21:46 | permalink | compartilhar
07/01/2007
O grito
Grita o pequeno muro grafitado da rua Gomes de Carvalho, na Vila Olímpia, por Adriano Vieland

No grafite de autoria desconhecida, na rua Gomes de Carvalho, próximo da Funchal - na Vila Olímpia - o todo cinza em explosão; a expressão descompromissada de um desespero incerto, o grito, uma cidade, em grito. A síntese do desespero que vez ou outra temos que enfrentar.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 20:35 | permalink | compartilhar
06/01/2007
Moda de viola
Uma dupla de violeiros no Largo São Bento, por Adriano Vieland

Miscelânea cultural, complexa, incomparável; em meio a cidade que nunca para, numa manhã de sábado no Largo São Bento, uma dupla exibe aos atentos ouvintes transeuntes uma moda de viola. Belo show.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 09:35 | permalink | compartilhar
05/01/2007
Porta ornamentada
A ornamentada porta do Edifício São Bento, na rua Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

Com certeza, no passo corrido da semana, fica despercebido ao apressado o belo e ornado trabalho presente na porta de entrada do Edifício São Bento, na rua Florêncio de Abreu, 157.

Por falta de dados a serem conferidos, não consido garantia a informação, mas trata-se - arrisco - de um belo exemplo art déco; se alguém puder confirmar essa informação...


 

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Publicado por Adriano Vieland às 08:59 | permalink | compartilhar
03/01/2007
O teto do Mercado
Detalhe do traço e iluminação no teto do Mercadão, por Adriano Vieland

Entre os corredores e o mazanino, aromas, temperos, cores e sabores, mas no teto, as telhas de vidro, a linda clarabóia; iluminação, ventilação, inspiração: o firme e consciente traço de Ramos de Azevedo, no Mercado Municipal Paulistano - o Mercado Central, da Cantareira - o nosso "Mercadão", de 1932.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 11:54 | permalink | compartilhar
02/01/2007
E qual é a solução?
Detalhe a surrada viga de sustentação do viaduto da rua Florêncio de Abreu, por Adriano Vieland

O Viaduto Florêncio de Abreu foi inaugurado em 1929 em substituição a uma antiga ponte que cortava um trecho do Rio Anhangabaú, hoje canalizado sob a rua Carlos de Souza Nazareth; são 15 metros de comprimento por 14 de largura, somando 1,80 dos "passeios" laterais.

Como a própria descrição técnica pesquisada aponta, trata-se de uma obra composta por uma "grelha" metálica, de perfis metálicos, unidos por rebites; fabuloso mas, termos técnicos a parte, a visão que temos da parte inferior desse viaduto - um dos históricos no Centro da cidade - é algo que beira o desesperador.

O tráfego de veículos de grande porte - alguns que visivelmente eram maiores que os 3,8 metros indicados como limite pelas placas de sinalização - danificou boa parte de sua estrutura, especificamente, sua viga principal, tornando a construção totalmente comprometida; ações de prevenção não são visíveis - pelo menos é o que percebemos numa breve visita ao local - sugerindo o abandono, e causando enorme desconforto para aquele que, nem que seja por acaso, o observa.

Pesquisando a respeito, foi obtida uma informação - a fonte não é confiável, pelo menos por enquanto; existe um impedimento quanto a reforma desse viaduto pois como a região foi tombada pelo patrimônio histórico, torna-se obrigatório o uso de rebites originais - da década de 20 - o que vem a tornar toda e qualquer tentativa de reforma algo bem complexo.

Por isso, deixo aqui minha pergunta: E aí, qual é a solução?


 

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Publicado por Adriano Vieland às 10:33 | permalink | compartilhar
01/01/2007
Paz
Pombas em uma praça do bairro do Jabaquara, por Adriano Vieland

Pombas em paz - pelo menos as pombas - celebram esse primeiro dia de um novo ano, numa praça do bairro do Jabaquara.


 

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Publicado por Adriano Vieland às 00:01 | permalink | compartilhar
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