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02/01/2007
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E qual é a solução?
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O Viaduto Florêncio de Abreu foi inaugurado em 1929 em substituição a uma antiga ponte que cortava um trecho do Rio Anhangabaú, hoje canalizado sob a rua Carlos de Souza Nazareth; são 15 metros de comprimento por 14 de largura, somando 1,80 dos "passeios" laterais.
Como a própria descrição técnica pesquisada aponta, trata-se de uma obra composta por uma "grelha" metálica, de perfis metálicos, unidos por rebites; fabuloso mas, termos técnicos a parte, a visão que temos da parte inferior desse viaduto - um dos históricos no Centro da cidade - é algo que beira o desesperador.
O tráfego de veículos de grande porte - alguns que visivelmente eram maiores que os 3,8 metros indicados como limite pelas placas de sinalização - danificou boa parte de sua estrutura, especificamente, sua viga principal, tornando a construção totalmente comprometida; ações de prevenção não são visíveis - pelo menos é o que percebemos numa breve visita ao local - sugerindo o abandono, e causando enorme desconforto para aquele que, nem que seja por acaso, o observa.
Pesquisando a respeito, foi obtida uma informação - a fonte não é confiável, pelo menos por enquanto; existe um impedimento quanto a reforma desse viaduto pois como a região foi tombada pelo patrimônio histórico, torna-se obrigatório o uso de rebites originais - da década de 20 - o que vem a tornar toda e qualquer tentativa de reforma algo bem complexo.
Por isso, deixo aqui minha pergunta: E aí, qual é a solução?
Marcadores: abandono, Centro, cotidiano, século XX, viadutos
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| Publicado por Adriano Vieland às 10:33 | permalink |
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20/12/2006
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Viaduto Boa Vista
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Num percurso entre o Pateo do Collegio e a Rua Boa Vista, ou vice-versa, muitas vezes nem nos damos conta dessa preciosa obra da década de 1930, em estilo art-déco, projetada por Oswaldo Bratke, o Viaduto Boa Vista.
Marcadores: Art-Déco, Centro, Pátio do Colégio, século XX, viadutos
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| Publicado por Adriano Vieland às 08:51 | permalink |
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06/11/2006
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Santa Ifigênia, o viaduto
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Minha opinião: os cartões postais são, por muitas vezes, injustos. E o porquê dessa minha afirmativa? Simples, tente buscar em sua memória quantos postais da cidade, retratando nosso belo Viaduto Santa Ifigênia, mostram sua face superior? São poucos, muito poucos.
Sempre é retratada sua inconfundível estrutura metálica, planejada por José Oswald Nogueira de Andrade - pai do famoso escritor - pré-fabricada na Bélgica após anos de discussão e concorrência pelo projeto, e instalada na cidade entre os anos de 1911 e 1913.
Mas e seu calçamento? Seu mosaico - muitas vezes questionado por especialistas - composto de pastilhas coloridas plenamente ornado com suas luminárias? Ainda que inseridos num posterior momento à sua inauguração - em 1978 - compõe um dos mais belos conjuntos arquitetônicos da cidade - pelos menos essa é a opinião da mesma pessoa que considera os postais, por muitas vezes, injustos.
Talvez seja justamente a dificuldade de se fazer uma imagem que permita contemplar essa beleza ímpar na paulicéia a verdadeira culpada; durante boa parte das horas do dia, o viaduto encontra-se literalmente forrado por vendedores ambulantes com suas lonas plásticas, exibindo os mais variados produtos - um verdadeiro reino encantado para os camelôs. Mas fica aí nosso belo viaduto, tranquilo, numa manhã de domingo, e ao fundo, a neogótica Igreja de Santa Ifigênia situada no largo com o mesmo nome da santa.
Marcadores: Centro, Santa Efigênia, século XX, viadutos
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| Publicado por Adriano Vieland às 10:54 | permalink |
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27/10/2006
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Cão, Chá e solidão
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Das cenas inesperadas do cotidiano no coração da cidade, o solitário cão cruza, numa manhã de domingo, um aliviado e vazio Viaduto do Chá.
Marcadores: Centro, flagrantes, século XXI, viadutos
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| Publicado por Adriano Vieland às 10:28 | permalink |
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